quinta-feira, 30 de outubro de 2014

JBA 1967

Perfgil novo no FB
30Out14


Agradeço aos amigos que curtiram meu novo perfil. Muitos amigos deixando divergências de lado. Coisa boa. Nessa época, 1967, eu estava fazendo meu primeiro filme "solo", o "Liberdade de Imprensa", uma contraposição à Lei de Imprensa da ditadura. O filme foi apreendido pelos militares no Congresso de Ibiúna, no início de 68, - e proibido quando ia começar a ser distribuído. Comecei assim uma carreira atribulada, com muitos filmes apreendidos, proibidos. MAS MUITOS FORAM EXIBIDOS na TV e no cinema (vários deles após muita luta), o que considero uma vitória ( ao contrário dos que achavam que o bom era ser proibido). Pois as pessoas me conhecem pelo que digo e pelo que elas viram de tudo o que fiz e faço.
Prezo muito meus filmes, livros, lutas, ideais que moveram e movem minha vida.
Muito obrigado a todos.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Preconceitos, um alerta interessante

Postado em 27Out2014 após eleições.
É preciso refletir.
Às vezes, procurando ser justos, entregamos todo o ouro.


Cada região c/ sua contribuição. Em qqr lugar do país somos nordestinos sulistas mineiros paulistas gaúchos goianos, imigrantes índios negros, etc.Brasileiros.
  • Mirian Ibañez Somos todos, independente do local de nascimento, brasileiros.
  • Sergio Santeiro Os que nasceram no Brasil.
  • Paulo Marcelo Colares É isso aí mestre!!!
  • Marcelo Pestana Carlos Cirne Agora, que Minas é o resumo do Brasil, lá isso é! O Brasil está fincado em nossa alma!!! Brasil!!!!
  • João Batista de Andrade Todos, Sergio Santeiro. Inclusive os imigrantes que tanto bem fizeram ao país.
  • Sergio Santeiro Só se naturalizarem-se.
  • Marcos Luciano Vilela Vilela · Amigo(a) de Maria De Fatima Morais de Andrade
    Concordo mestre, somos todos brasillllllll...
  • Dulce Goncalves Salve a diversidade! Sempre juntos!
  • Mo Toledo já dizia o poeta Souzândrade: "Brasil é braseiro de rosas, a união um estado de amor…"
  • João Batista de Andrade Que do caos NÃO sejam os ecos caóticos
  • Sergio Santeiro Já dizia o poeta!
  • Mo Toledo os ecos retornam nossa voz;
  • João Batista de Andrade tB SOUSÂNDRADE ( SEM O "NÃO")
  • Ana Kraho Pindorama o Pais do F
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  • Ana Kraho futuro!
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  • Andre Jorge Falou tudo, João
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  • Silvia Calçada João, por que você está batendo nessa tecla?
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  • Silvia Calçada Será que no seu público ninguém leu Mario de Andrade?
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  • Kátia Coelho ...e latinos e europeus e africanos e orientais(inclue-se médio oriente) e norte americanos(le-se canadenses tambem rs) e...etc...do individual ao coletivo, gente. Muito! cansada de gente diferenciada.
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  • João Batista de Andrade Silvia Calçada Brasil é um poço de preconceitos. É preciso sempre estar falando disso.
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  • Silvia Calçada Discordo, João, veementemente. O preconceito é uma arma letal na mão de oportunistas como os que temos agora. Gera tutela e dependência. Quanto mais falamos dele,mais ele cresce. o preconceito quer lhe demos importância, inclusive o amor que tenha a manifestar por um semelhante fica atrelado e submetido a escolha em ter ou não ter preconceito. Quem não dá aula de preconceito o dia todo, dá exemplo de que a vida é complexa,portando não temos que ser complexados. o sujeito quando se sente branco, não percebe a humilhação que é ter uma Lecy Brandão da vida apregoando que ele tem "raça" e faturando votos por cima disso.
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  • Silvia Calçada Quem esse sindicalista safado pensa que é pra colocar a população nordestina contra o resto da cidade, quem disse a ele que é possível separar essa população/
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  • Silvia Calçada "Puxa! até que por ser negra ela é muito bonita". "Tá namorando um negão? bem... "apesar de negro ele deve ter seus predicados". isso é preconceito, não é velado, é manifestado pelo próprio estado de letargia e ignorância. Fora o sentido que educação da diplomacia dão a nossa qualidade de vida, quem cita preconceito de graça só pode estar mercantilizando a tragédia histórica dos outros. E até o presente,não vi um único nordestino se queixando do preconceito de paulista nenhum. isso é uma crueldade e uma irresponsabilidade, falar em nome do povo aleatoriamente é tratar-nos como massa mesmo. É muito decepcionante vindo de um artista com seu valor.
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  • Silvia Calçada Fui criada numa escola onde o preconceito não era admitido nem citado, embora as religiões africanas não fossem estimuladas por se tratar de colégio católico, a primeira vez em que me deparei com preconceito foi quando um taxista perguntou-me se minha amiga negra (que era de classe média alta, bem vestida e andava de táxi de madrugada), por acaso trabalharia naquela casa,que na opinião dele era bonita demais para pertencer a uma familia de negros. fiquei chocada. Até hoje essa lembrança me traz de volta o susto, o mal estar da surpresa, inclusive porque éramos adolescentes,o homem vinha se divertindo com as adolescentes que tinha apanhado na paulista e que estavam meio altinhas. Do modo como parecia simpático era impossível imaginar que discriminasse uma menina devido a cor de sua pele. o nordestino é o povo mais preconceituoso do Brasil. Isso, como você e eu sabemos bem, ocorre porque ali se desenvolveu a agricultura e a riqueza com o sangue dos negros, quando isso acabou ninguém se importou de ir até lá atualizar aquela sociedade. Só recebe educação a sociedade que produz, quando o nordeste parou de produzir riquezas, a cultura ficou estagnada. Quem quiser contar a história do Brasil, que não a floreie, especialmente pessoas co o você João que deve aos seus admiradores a lisura de se respaldar por liberdade de pensamento e divisão de informações. vamos tratar de socializar a história do Brasil, ensiná-la como ocorreu, e de preferência rir do passado triste porque é passado,postura que vc conseguiu sintetizar na personagem de José Dumont.
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  • João Batista de Andrade Tudo bem, Silvia Calçada . Você tem razão quando diz que há uma manipulação do preconceito.
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  • Silvia Calçada Obrigada, João. Eu já estava pensando que morri e não me enterraram. Esse cenário de mentiras e de fanatismo onde a crítica às ações políticas tem sido pauta para enquadramento criminal não é nada animador Quando a gente vê pessoas como você, capazes de representar o pensamento humano de maneira digna e até mesmo nobre, reproduzindo o padrão forjado no quartel (tenha ele nome que tiver), ai dá vontade de se matar.